Brasileiros tiram visto de atleta para jogar "CS:GO" nos EUA!
O ano de 2016 foi marcante para o cenário competitivo de "Counter-Strike: Global Offensive" do Brasil: equipes como SK Gaming e a Immortals gg estão fazendo bonito nas maiores competições do popular jogo de tiro, tanto que Marcelo "Coldzera" David, da SK, foi eleito o pro player do ano pelo The Game Awards.
E se no nos últimos tempos alguns pro players tiveram o visto para os Estados Unidos negado, ficando impossibilitados de competir neste país, mas, a situação mudou: a SK Gaming e a Immortals gg, duas equipes majoritariamente compostas por jogadores brasileiros e sediadas nos EUA, conseguiram o visto americano de atleta.
Isso significa que eles possuem a mesma documentação que qualquer outro esportista profissional. "É a mesma coisa que um jogador de basquete, futebol ou beisebol. O processo foi simples", diz Ricardo Sinigaglia, manager do time da SK Gaming.
"Como em qualquer caso de atletas, a organização entra como patrocinadora e é necessário provar que você é relevante na sua profissão com conquistas, rankings, entre outros."
No caso dos pro players da SK Gaming, o que não faltaram foram títulos. Desde os Majors como MLG Columbus e ESL One Cologne até os prêmios de Marcelo "coldzera" David e Gabriel "Fallen" Toledo como melhor jogador do ano e personalidade do ano.
Muitas vezes, organizações brasileiras não recebem visto por não conseguirem provar renda fixa ou vínculos empregatícios de seus pro players. O fato de que tanto a SK Gaming quanto a Immortals gg possuem bases norte-americanas para suas equipes de "CS:GO" - apesar da SK ser alemã - ajudam neste tipo de trâmite.
Ricardo finaliza sobre a situação dos brasileiros: "Nossos vistos nunca foram negados. Como salientei, é difícil negar com provas e um patrocinador. O processo demorou 20 dias e tanto a SK Gaming quanto a Immortals gg possuem o visto."

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